Narceja : Estou no Twitter

Sou o sonho de alguém que veio ao mundo para me ver e nunca na vida me encontrou!

Textos


  Sinhá Narceja e os Escravos
 ( Texto hetero e  Homo - Feminino )
 
     
Ela subiu as escadas da casa grande correndo com um choro contido no olhar e a lembrança corroendo-a por dentro. Nunca imaginara que seu marido fizesse sexo com as escravas da fazenda.

     O que elas tinham afinal melhor do que ela? Talvez a cor de pecado que atiçava os olhos dos homens da época, ou talvez o sexo livre que aprenderam na senzala?

     A verdade é que Narceja não sabia o que era ser mulher. Casara-se como quase todas as moças de sua época, por vantagens e compromissos de sua família. Seu marido, um Comendador rico, produtor de café respeitado na cidade, quase 20 anos mais velho que ela, havia-a desposado ainda aos 16 anos. Menina ainda, achava o sexo um sacrifício de dor e nojo necessários à família.

     E assim, se acostumara há anos de cama-ruim com seu marido. Mas depois daquela cena que há pouco presenciara, alguma coisa havia mudado em sua visão de sexo. A escrava parecia gostar de estar fazendo sexo com o Comendador.
     Ele a socou com vontade e falta de respeito, parecia torturar-lhe com o pênis. Dar-lhe chicotadas ”penianas” firmes e intensas que levavam a escrava a gemer alto e pedir por mais.

- Soca mais Comendador, soca!!! Gritava a escrava de pernas para o ar, bem a vontade na casa do capataz, que decerto por ordem, não se encontrava no local.

Quando voltou a casa grande, Narceja parecia perdida em seus pensamentos e ações. Resolveu esconder tudo e ir para a cama esperar pelo marido, como boa esposa que era.

Algumas horas depois, despertou ouvindo o barulho da porta e o marido chegar, deitar-se ao seu lado, virar-se e dormir. Nada disse em sua submissão ressentida. Calara-se em seu sofrimento, parecia-lhe ser seu destino calar-se.
Pela manhã, após o Comendador sair, Narceja pediu ao Capataz para trazer-lhe a escrava Isabel, a que havia dormido com seu marido na noite anterior. Pois a queria na casa grande. Que a tirasse da colheita.

     Quando Isabel chegou Narceja não a olhou nos olhos. A velha escrava da casa lhe passou o serviço enquanto era observada pela patroa.

     A tarde, pediu que a escrava arrumasse seu guarda roupas e foi sentar-se em sua cama para acompanhar o trabalho de Isabel. Uma negra grande, de seios fartos que quase furavam o tecido vagabundo dos trapos que vestia. A pele bronzeada reluzia pecado.

Viu suas pernas negras fortes pela saia  e reviveu a cena que viu: Seu marido comendo-a por completo. Mais parecia um bicho em cima da vítima, devorando-a tal qual um animal faminto.

Isabel, era a carne fácil e disponível fruto dos desejos de Sinhá Narceja. Como poderia depois de tanto sofrer no ferro ainda andar normalmente?! Como seriam o sexo dos negros?


Para Narceja era diferente !!Quando o marido a penetrava, passava a manhã de cama com dores por toda a vagina, devido a falta de excitação e lubrificação deficiente de sua falta de estímulo para o sexo conjugal.

-Isabel. Disse de Impulso ao despertar de seus pensamentos.
- Sim senhora, respondeu submissa a escrava.
-Eu a vi ontem com meu marido na casa do Capataz. Disse olhando-a nos olhos, sem entender a dor e a curiosidade sentidas no momento.
- Sinhá Narceja... Tentou se explicar sendo interrompida.
- Feche a porta Isabel, passe a chave. Ordenou.

Após a escrava atender a sua ordem voltou com o pavor nos olhos e já certa de seu destino, o tronco.
- A conversa que teremos aqui, não sairá de meus aposentos Isabel. Caso ouça algum conchavo seu, mando acoitar-lhe e depois vendê-la para longe de sua família. Ameaçou convicta.

Narceja tinha um bom coração, sua alma era contra a escravidão, mas não teve outra alternativa para preservar-se e assim poder conversar com a escrava que havia conquistado seu marido.

- Sinhá, Por favor Sinhá não faça isso. Disse Isabel se ajoelhando e rogando por perdão.
- Levante-se Isabel. Ordenou a patroa.
- Sim senhora. Disse se colocando em pé  com lágrimas nos olhos.

Narceja se levantou da cama, caminhou pelo quarto indo até a janela e olhando para o jardim por alguns instantes, virou-se e ordenou: - Tire a roupa!
Isabel engoliu a seco e seus olhos viraram medo e pavor, o que não a impediu de obedecer a ordem de sua dona.

A mulata carnuda tirou os trapos que vestia, apresentando-se nua e fechando os olhos, esperava os  açoites ou mal tratos da patroa.

Sinhá Narceja a olhou por inteiro, jamais machucaria qualquer ser vivo, não era da docilidade de seu comportamento tal ato deplorável... Mas sentiu-se um pouco poderosa, pela primeira vez na vida sentiu-se alguém temida, sentiu enfim, vida em suas veias, ativa em suas atitudes.

Seus olhos correram pelo corpo de Isabel, pousando em seu “papo cheio” e cabeludo. A vagina de Isabel era grande, coberta por pelos negros e grossos espalhados por toda a sua virilha e início das coxas. 
 
 
     Os seios fatos de Isabel, fizeram nascer a inveja de Sinhá  que se aproximou sem vacilo tocando-lhe o seio com uma das mãos delicadamente, sentindo o tamanho e a firmeza do mesmo. Apertou-o com as duas mãos, imaginando o que seu marido teria sentindo ao tocá-los...Eram como duas frutas maduras e suculentas.
 
 
 
     Narceja não temeu mais e continuou a executar sua curiosidade.
Alisou todo o corpo de Isabel, pousando suas delicadas mãos na barriga e cintura fina da escrava..

E continuou tocando-lhe o corpo nu, descendo suas mãos para o quadril e a bunda grande, as polpas fartas de suas nádegas e seus pelos vaginais. Sentiu então certa inveja e um estranho desejo pela escrava.

Aquele corpo quente, aberto aos prazeres dos homens e caprichos dos seus senhores. E por um momento desejou estar no lugar daquela mulher. Olhou para Isabel e ousou:
 
 - Quantos entraram em você?
- Não lembro Sinhá. Respondeu a escrava de cabeça baixa.
- Como podes esquecer de  tal fato? Quantos foram? Perguntou tocando a vagina de Isabel com os dedos abrindo e vislumbrando-a com curiosidade e inveja.
 
 
- Acho que mais de 30... Contou.
- Quem? Insistiu Sinhá Narceja.
- Outros escravos e senhores.Respondeu a escrava.
- Como deves ser feliz Isabel... Balbuciou sentindo as carnes profundas da escrava na ponta de seus dedos, descobrindo a excitacão sexual em sua vida.
 
 
- Não foi sempre bom Sinhá... A vida de uma escrava não é das melhores. Já fui possuída muitas vezes sem meu consentimento. Aprendi a gostar para não sofrer. Confessou.
 
 
 
Nesse momento, Isabel fez com que sua Sinhá sentasse na cama e levantou seu vestido, fazendo-a deitar e deixar que uma escrava a acariciasse:
 
 
- Eu vou mostrar-lhe o caminho Sinhá. Disse Isabel sentindo a entrega de Narceja .
A escrava desceu a calcinha de sua patroa  até os joelhos e tocou-lhe a vagina de leve, abrindo-a com os dedos e tocando-lhe o clitóris pequeno e rosado.
 
 
- O que é isso? Perguntou assustada ao sentir um formigamento motivado pelos dedos de Isabel em sua “pequena”.
- É ser mulher. Disse a escrava acariciando-lhe o clitóris .
 
 
Deitando-se confortavelmente na cama, Sinhá pousou a cabeça em um travesseiro e abriu as pernas conforme a escrava acariciava-lhe as carnes. Sentiu os dedos de Isabel entrarem em sua vagina pequena arrombando-lhe as carnes e fechou os olhos extasiada pelo prazer sentido.

A escrava parecia saber o que estava fazendo, acariciou-lhe rapidamente o clitóris e aproximou-se de seus lábios vaginais e os beijou, fazendo com que Narceja sentisse os lábios em seu sexo quente e melado. Isabel passou a língua em suas carnes e chupou o clitóris duro arrancando gemidos de Narceja, que se contorcia com o intuito de gozar prazerosamente e  se estremecendo por inteira, gozou na boca de Isabel pela primeira vez na vida. Após o orgasmo, assustada, pediu que a escrava se retirasse de seus aposentos.
 
- Quando vocês se encontram? Perguntou antes de a escrava sair.
- Sempre que o Comendador tem reunião... a noite.
- Em torno das 11 horas, quando ele chega em casa... Constatou Narceja.
- Sim senhora. Respondeu Isabel de olhos baixos.
- Quero que faça com ele hoje a tarde, no meu quarto. Ele vai chegar às 5 da tarde e eu estarei na casa de minha mãe. Quero que fique no meu quarto nesse horário e arrume meus vestidos. Seja fiel a mim e ganhará alguns presentes, além de escapar do tronco.

Isabel parecia confiável, pela situação que se apresentava, não teria uma escolha melhor. Obedeceria a Patroa.
Após Isabel se retirar do quarto.

Narceja foi ao espelho e tirou sua roupa sentindo seus seios pequenos e sua pele branca, morta e sem vida. Um corpo frágil de mulher delicada não suportaria a violência de um pênis forte. Olhou para sua vagina ainda pulsando do orgasmo e passou a mão sentindo seu mel em seus dedos.
 
 
Embora sua vagina ainda pulsasse, era um pênis o que ela desejava. Um ferro selvagem dentro de sua gruta pequena e frágil. Ela queria sentir o que as escravas sentiam. Queria força e desejo, emoções que apenas os escravos poderiam provocar-lhe.
 
 
O sexo entre ela e o Comendador era banal e rápido. Ele chegava a noite, dizia que queria e logo ela se despia de luz apagada e deitava na cama, imóvel e morta. Sentia a cabeça do pênis abrir-lhe a vagina pouco usada, e após algumas metidas, o gozo do comendador. Viravam-se e dormiam, sem mais dizeres ou emoções.Mas não!! Havia um mundo que ela não conhecia!! Sexo e tesão.
 
 
 
No espelho, sua vagina de poucos pelos finos e ralos, denunciavam uma flor que nunca desabrochara para a vida. A cor rosa e os contornos finos e delicados de seus lábios vaginais a decepcionavam como mulher... Sua lembrança de sexo era apenas dor e mais dor. Medo e vergonha. O caminho recém descoberto por Isabel mudava tudo dentro de Sinhá.
 
 
A tarde chegou e Narceja se escondeu no quarto, dentro de um baú em frente a cama. Isabel, como o combinado, já estava no chão de joelhos e bunda arrebitada arrumando os sapatos de sua senhora. De dentro do baú ouviu os passos do marido pelo corredor e a porta ranger ao abri-la e entrar no quarto.
 
 
 
- O que você está fazendo aqui? Disse assim que viu a escrava.
- Sinhá Narceja me ordenou que arrumasse seus sapatos e roupas.
- Ela está na casa da mãe e só deve voltar em 1 hora. Disse ele, fechando a porta e rodando a chave na fechadura.
- Tira a roupa diabinha, que antes de voltar ao escritório vou usar um pouco esse corpo quente de safada.
Isabel tirou a roupa sabendo que Narceja se escondia no baú, e obedecendo a patroa nada falou.

Ajoelhou-se e abriu a calça do comendador, tirando seu pênis para fora e colocando-o em sua boca, lambeu os testículos e toda a extensão do pênis levando o marido de Narceja ao delírio do prazer irracional.
 
 
- Vai... mama gostoso... Hummm Preciso tirar o leite do saco antes de sair ou vou explodir!E quero explodir na minha putinha.
 
 
De dentro do baú, Narceja acompanhava a cena com mel escorrendo da vagina, uma sensação nova para ela. Que estranhou as emoções e a água jorrar de suas pernas molhando sua mão e coxas .
 
 
O comendador fazia força para abafar os gemidos e com uma violência jamais presenciada pela esposa, pegou Isabel pelos cabelos e a jogou na cama, rasgou suas roupas liberando sua vagina e enfiou sem dó seu pênis ereto dentro da escrava, que gemeu alto levando um tapa na boca como represália.
 
E logo se deu início a um bombardeamento de estocadas certas e firmes sendo seguido pelo ritmo do quadril de Isabel, que rebolava de pernas abertas parecendo gostar de ser maltratada e violentada pelo pênis do comendador que logo anunciou o gozo, puxando a escrava novamente pelos cabelos e gozando em sua boca em seguida, mandando-a beber todo o seu leite. Isabel, obediente, o fez com vontade e desejo. Gostava do Comendador e havia se acostumado àquela vida de escrava sexual.
 
 
- Gostou de beber puta?
- Sim Senhor, estava quentinho e gostoso. Respondeu com resto de leitinho no canto da boca.
 
Após se satisfazer, vestiu as calças e saiu do quarto, mandando a escrava se vestir.
Nem a porta bateu, Narceja saiu de dentro do baú e foi ter com Isabel:
 
- Deite na cama não se vista ainda. Ordenou.
 
 
Trancando a porta voltou-se para a cama e a viu deitada, ainda
com os bicos eretos de seus seios pulsando desejo e volúpia, submissa a sua patroa.
Pousou-lhe as mãos nos seios e sentiu uma quentura correr-lhe pelas veias ao alisar o corpo de Isabel, abrindo suas pernas e vendo o estrago que o Comendador havia provocado na escrava. A flor desabrochada, aberta e devastada.
 
 
Sentiu nas pontas dos dedos os restos do Comendador grudados no orgasmo de Isabel e vendo sua vagina aberta e bem arrombada, pousou-lhe o dedo dentro e logo verificou que poderia pousar mais um e mais outro e 3 dedos entraram dentro de Isabel, que fechava os olhos e sentia prazer com a curiosidade de Narceja.
 
 
E foi naquele momento, que ela decidiu ter também sua flor desabrochada , aberta, larga e devastada, como a escrava Isabel, fonte de toda a sua inveja e ciúme.
 
 
Para a  infelicidade da escrava, tirou os dedos de dentro de sua vagina e cheirou-lhe o corpo, sentindo os cheiros de seu marido e farejando como um animal, subiu-lhe pela cintura, seios, pescoço e boca, lambendo o rosto de Isabel e beijando-a com  língua, sentindo o gosto do gozo do marido na boca da escrava.
 
Sua língua enroscando na língua da escrava e o gosto de porra de seu marido. Um animal insaciável havia nascido ali.
 
 
Levantou-se de súbito e ordenou que Isabel saísse do quarto imediatamente.
 
 
Deitou na cama e pensou... e pensou...e pensou...
Alguns dias depois, já com tudo em mente, Narceja pediu que um escravo a escoltasse em um passeio a cavalo. Pedido suspeito para o capataz, mas não negado.
 
 
E partiu com um negro jovem e de sorriso suave e submisso pelos matos da fazenda. No caminho não trocara uma única palavra com o negro. Já o havia visto algumas vezes na lavoura, mas nunca houvera lhe dirigido a palavra.
 
Disposta a realizar sua meta, parou no meio do mato, antes do destino desejado e disse:
 
 
- Quero descer. Ordenou.
- O escravo, desceu do cavalo e a ajudou a descer também e assim Narceja pode sentir o suor das mãos do negro pousar-lhe na cintura. Suas mãos grandes a abarcaram por completo até seus pés tocarem no chão.
 
 
- Como você se chama? Perguntou
- Togo. Respondeu o escravo.
- Qual a sua idade?
- 23 anos senhora.
- Quero que tire a roupa para eu ver seu corpo. E caso não me obedeça, direi que tentou me seduzir ao capataz. Se confiar em mim e guardar segredo, será recompensado com carinho e presentes. Que sempre fui uma boa senhora.
 
 
O escravo assustado e resignado tirou a roupa já apresentando um pênis ereto e preto. Narceja olhou para aquele corpo negro e seu pênis já duro e os pelos fartos que o cercavam, olhou para os testículos grandes de escravo e se assustou com o tamanho. Parecia um órgão de boi. Preto, grande e assustador, mas deliciosamente excitante.
 
 
Narceja se aproximou do pênis preto do escravo e tocou-lhe sem pensar. Sentiu toda a extensão dele, o calor em suas mãos e o peso de sua ferramenta grande.
 
 
Sentiu novamente sua vagina chorar lágrimas de desejo e vontade... Mediu com as mãos o tamanhão, um palmo e meio. Levantou seu vestido, tocando em sua vagina e achou que morreria caso aquilo tudo entrasse nela.
 
Encarou novamente aqueles testículos fartos e sem resistir colocou-os dentro da boca, saboreando as carnes flácidas de seu saco e o cheio forte de macho que Togo exalava.
 
- Gostoso...Disse colocando a cabecinha do pênis dentro da boca e sentindo o gosto de lubrificacão quente e denso.
 
Mamou toda a extensão e desejou leite dentro de sua boca, mas suas carnes também clamavam por preenchimento.
 
 
- Quero que coloque ele dentro de mim. Ordenou poderosa e dona da situação.
 
Togo se excitou e sem pensar nas consequências, deitou a patroa no mato, subiu o vestido rasgando-lhe as calçolas e meias que cobriam sua vagina, colocou sem preliminares a cabeça de sua vara na delicada flor de Narceja, branca e por dentro rosada.Frágil.
 
 
Narceja sentiu, então, entrar a cabeça e fechou os olhos segurando nos matos e terra, sentido o ferro do escravo abrir-lhe a vagina ao meio e entrar como um cilindro de aço arrombando-lhe as carnes pouco usadas.
 
Quando sentiu que entrou com tudo, o escravo passou a meter devagar com medo de machucar a patroa e logo após verificar que ela se acalmara e deixara de lagrimejar, enfiou com mais força e socou como sua natureza permitia. Forte e intenso, várias vezes, apressando o ritmo e beijando a patroa na boca, um beijo de língua quente e faminta.
 
- Era isso o que a Sinhá queria... Então vai levar sempre.Disse Togo socando forte dentro de Narceja
- Me faz mulher... Me faz livre...Pedia.
 
E ela sentiu tesão e desejo, sentiu-se uma escrava sendo usada no meio do mato, sentia-se pela primeira vez em sua vida, livre com um pênis dentro de si. Um pênis negro e selvagem. E curtiu todas as metidas do negro gemendo baixo e abrindo as pernas para sentir mais tora negra dentro de si. Ela sentia sua respiração ofegante em cima dela, o bafo quente do escravo e a força e energia que ele gastava para estocar com o vigor de um cavalo no coito.
 
Sentiu uma quentura de sua vagina e fechou os olhos sentindo um orgasmo forte e intenso, livre e verdadeiro que a levou a gemer alto...
 
 
Togo, sem pensar, jorrou tudo dentro de Narceja, grunido como um animal selvagem e arfando suado em cima da patroa, caiu ao lado dela, no mato, cansado e sem forças.
 
 
Ela se levantou e verificou o tamanho de sua vagina, o leite que derramava de dentro dela  e constatou que sua flor desabrochara, aberta e rosada, branca de leite.
 
 Olhou para o negro ao seu lado, sorrindo e feliz. Pensou em seu marido e em Isabel e sentiu-se, não apenas vingada, mas sentiu-se também livre e pronta para uma nova fase de sua vida.
 
 
O escravo  jurou fidelidade a Sinhá, mesmo porque era sua melhor opção de sobrevivência naquela situacão. E assim, voltaram para casa, como se nada houvesse acontecido.
        
 
Depois desse acontecimento, Sinhá Narceja nunca mais foi a mesma...

E nunca mais pensou em sua vagina como uma flor frágil e morta...mas como uma caverna, úmida, acolhedora e cheia.


Narceja

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Publicado em 10/01/2010 às 07h53


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